sábado, 31 de outubro de 2009

Só o Rock Salva....ou a Cyber Cultura?





Sexta-feira à noite, sem vontade de sair de casa e sem qualquer tipo de opção interessante para assistir na TV. Quando entro na internet para navegar apenas em alguns sites, descubro que será transmitido um show ao vivo do Foo Fighters, pelo Facebook. Sem acreditar muito, fui verificar, e mais de duas mil pessoas do mundo inteiro já estavam alucinando e conversando num chat; na esperança de assistir a mais uma grande aprensetação de Dave Ghroll e companhia. E assim, mais uma página foi escrita na cultura do Rock, quando quase vinte mil pessoas, além de pirarem com o show, também espalharam a notícia pelo Twitter, sms; ou por onde fosse.




Tudo começou às sete horas da noite (meia noite no Brasil, Horário de Verão) num estúdio na Califórnia. A primeira do repertório foi "Pretender" e se alastrou entre os vários sucessos da banda. Mesmo não sendo a primeira vez, que se torna possível assistir a uma apresentação por uma rede social, a anterior foi o U2 (ao vivo pelo Youtube), várias questões surgem, entre elas: Será essa a forma do futuro de se assistir a um show? Em casa, com um belo pedaço de pizza e conversando com os amigos de várias partes do mundo? Sem tomar cotoveladas, ou discutir com bêbados, que na maioria das vezes, nem conhecem o trabalho da banda.


Um dos primeiros festivais realizados no segundo semestre desse ano, e que adotou essa forma de mostrar aos shows (ao vivo pela internet) foi a nova edição do Lollapalooza, direto do site do evento. Foi possível presenciar grandes shows, entre eles: Snoopy Dogg, Beastie Boys, Jane's Addiction etc. Depois foi a vez, do Download Festival, quando ocorreu um dos momentos mais marcantes, Faith No More, voltando em grande estilo.



Além das versões gringas, nessa sexta-feira, também foi possível ouvir as apresentações de bandas independentes nacionais, durante o primeiro dia do festival Calango 2009, de Cuiabá, através do programa de web radio da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin).









Será esse realmente o futuro: Ficar em casa, assistindo shows ao vivo, de várias partes do mundo, em alto e bom som? Eu ainda prefiro estar lá de perto. Mas essas formas correspondem a um novo capítulo, que ainda está sendo escrito.



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Aggnes Franco - MULHER DE ATITUDE




Aggnes Franco é atriz e trabalha na produtora Base2 Produções (http://www.base2producoes.com.br/), que agencia shows de grandes bandas como Sepultura e Angra. Conheçam o trabalho dessa MULHER DE ATITUDE.





Você sempre esteve envolvida com as artes de alguma forma. Quais foram os melhores momentos na sua carreira?

Foi ter interpretado "Elineusa" em uma peça chamada "Isso é só o fim!" de um dos núcleos da Cia. GRITE de Teatro, em minha estreia como atriz. Foi um desafio imenso interpretar uma mendiga tão complexa quanto ela. Elaborei a personagem inspirada em "Estamira". Era uma peça itinerante de modo que eu trabalhava muito próxima ao público, cerca de 50 centímetros me separavam das pessoas. Além disso, a peça toda tratava de questões extremamente relevantes. Ter estudado com o TAPA também foi incrível, e estrear o programa de TV "Ecoefeitos" sem ter tido experiência com TV também foi motivo de muito orgulho!
Você também tem uma ligação com o Rock e com o Metal. Como foi o pontapé inicial para essa aproximação?

É difícil responder isso. Sempre gostei de Rock e Metal. Mas profissionalmente tudo aconteceu porque eu cantava numa banda, e precisava fazer ela "acontecer". Para isso eu precisava entender o "Music Business". Por isso decidi que precisava trabalhar no mercado. Assim, meu amigo e então guitarrista da banda Michel Gambini me passou o e-mail de Gerard Weron, responsável na época pela Nuclear Blast na América Latina. Mandei um e-mail super informal falando do meu interesse em trabalhar na área e meu curriculum anexo. Menos de 1 mês depois eu era Assistente de marketing da NB. Foi maravilhoso trabalhar com ele, aprendi muito. Formávamos uma ótima equipe!! Se tornou um grande amigo e espero trabalhar novamente com ele.



O que você poderia destacar nesse mercado nacional?

Trabalho com muitas bandas, mas apenas na venda de shows e assistência empresarial. De qualquer modo, acho que o mercado precisa muito se renovar. Precisamos entender de uma vez por todas que a indústria fonográfica mudou, e que hoje o importante é ter shows. E existe uma grande diferença entre "shows" e "apresentações ao vivo". Temos bons exemplos de artistas experientes ou ainda no início de carreira. Particularmente - e não é só por trabalhar com eles - acho que o Sepultura é de fato uma banda que merece destaque, não só pela capacidade em ficar no mercado por tantos anos, mas por sua capacidade em reciclar-se, inovar e se reinventar. Isso é arte. E isso acontece porque os membros da banda são artistas de verdade, não apenas instrumentistas ou interpretes. Isso é muito raro. O que acontece muito é que as pessoas acham que para ser artista basta dominar um instrumento, e está muito longe disso!! ser artista significar estar atento ao mundo, se importar e se emocionar com ele e conseguir expressar isso de alguma forma. Não é para muitos.

Quais bandas e artistas paraenses você conhece? E quando teremos a chance de ver um artista do casting de vocês se apresentando em Belém?

É terrível dizer isso mas exceto Fafá de Belém não me lembro de ninguém que eu saiba ser do Estado. Sobre as bandas agenciadas pela produtora, eu espero profundamente que vocês logo tenham notícias de shows. Estamos procurando produtores locais sérios interessados em nossos artistas para que possamos visitar o estado, já que os artistas gostam muito de se apresentar aí!

Quais são os próximos projetos?

Bom, para o ano que vem estamos preparando muitas supresas para as comemorações dos 25 anos do Sepultura. Posso contar algumas, como a reinauguração da loja do Fan-club na galeria do Rock, lançamento de cervejas e vinhos com o Label Sepultura, além de uma bermuda em parceria com uma das maiores marcas de surfwear do mundo.
Sobre minha carreira, acreditamos que o programa Ecoefeitos reestréie aqui em São Paulo e se tudo correr bem com apoio do Fundo Especial para o Meio Ambiente. O projeto está em trâmite e acreditamos que será aprovado.

Que análise você faz do mercado cultural independente no Brasil?

A mesma da maioria dos artistas: dificílimo! As leis de incentivo são complexas de mais, e os editais exigem um conhecimento técnico que pouquíssimos artistas tem. Normalmente é preciso procurar um especialista para montar os projetos nos moldes requeridos. Tem também o fato de essas leis privilegiarem pequenos grupos, ou pessoas com muito dinheiro, como o caso da maior produtora cultural do Brasil que possui mais de 50 projetos aprovados pela Ruanet, projetos esses muito questionáveis inclusive. Além disso, os brasileiros não são educados para ter cultura como prioridade. Em uma recente pesquisa, cultura aparece no final da lista de prioridades, depois do décimo lugar e isso é muito ruim porque mostra a razão pela qual as pessoas tendem a procurar o trabalho de pessoas já reconhecidas. Isso significa que você precisa ter um grande investidor, aparecer no Faustão ou ter muito contato para não morrer de fome ou abandonar sua arte para ficar em um escritório que possa pagar suas contas. É triste, mas é a realidade brasileira. Além disso, tem muito pseudo-artista na cena, e normalmente são os que aparecem. Veja o caso de grupos como Pedra Branca, Mawaca... são excelentes, mas não estão na mídia. Não basta ser bom, tem que ter sorte e dinheiro.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Conheça o Mundo Rock de Calcinha

Gisele Santos - Puro Rock'n'Roll


O portal Mundo Rock de Calcinha (http://www.mundorockdecalcinha.com/) é um dos mais importantes. O internauta não encontra apenas assuntos relacionados ao assunto proposto; mas sobre tudo o que relaciona ao universo do rock. Para falar sobre tudo isso, leia a entrevista com Gisele Santos, jornalista, radialista, apresentadora e idealizadora do programa.

Conte a história do Mundo Rock de Calcinha?


Durante nove anos eu mantinha o portal MundoRock.net e muita gente falava "você é mulher, criou um portal, devia fazer algo pra fortalecer o cenário rock feminino". Aí o tempo foi passando e em 2007 resolvi começar a gravar o programa Mundo Rock de Calcinha que fez sucesso muito rápido, faturou três prêmios já. Aos poucos comecei a ter mais contato com a mulherada do rock e resolvi criar o portal dedicado ao rock feminino, com as resenhas de shows e cds, notícias, entrevistas, o programa (podcast), galeria de fotos, etc. E que fique bem claro que o Mundo Rock de Calcinha é jornalismo especializado em rock feminino. Não é site feminista, nada contra o movimento, mas é editoria cultura/música/variedades dentro da área jornalismo. E não é preconceito contra meninos (risos), pois temos a seção "De olho nos cuecas" também.

Quais foram os melhores momentos do programa?


É impossível citar um ou outro, pois sempre que vai banda ao vivo é uma super festa inesquecível!! Eu adoro quando aparecem convidados no estúdio!! Fica mais divertido, além das bandas tocarem ao vivo, fica parecendo pocket show (heheheheh). Tanto que muitos ouvintes adoram ir até as gravações quando tem bandas também. Todo mundo combina de levar um prato de doce ou salgado, refrigerante ou cerveja, aí quando acaba a gravação ficamos conversando, fiz muitas amizades lindas por causa do Mundo Rock de Calcinha. O nosso estúdio é aqui em São Paulo, mas muita banda que vem de fora acaba avisando e se as agendas combinam, marcamos a participação também.

O que você conhece do rock paraense?


Conheço Madame Saatan, Santo Graal, Amplificador de brinquedo. Tem a Norman Bates que ouvi em algum podcast acho, mas só tem meninos nessa banda, aí não rolou no meu programa (heheheh).


Quais são os próximos projetos?


Provavelmente no próximo ano o designer do site vai mudar, vai ficar mais bonitão. E estou estudando algumas propostas do programa ser ao vivo, em web rádio, mas se acontecer isso tudo será arquivado pra quem perder alguma edição poder ouvir em podcast (da maneira que é hoje). Rádio ao vivo eu adoro fazer, a galera participa na hora, ainda mais com Twitter, MSN, nossa vai pegar fogo se rolar ao vivo mesmo!

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Hellsakura - Ao vivo no Mundo Rock de Calcinha

sábado, 24 de outubro de 2009

Programa Megafônico: 001





Programa Megafônico


A produção de Pod Cast, um programa de rádio de veiculação na web, é mais um dos projetos do Coletivo Megafônica. Esta é a primeira edição e o programa irá ao ar quinzenalmente.


Programa Megafônico - 001


Direção: Sidney Filho


Produção de áudio: Léo Chermont


Produção: Bahrbara Andrade e Adele Pickerell


Co-produção: Clarysse Dias e Manuel Cardoso


Apresentação/locução: Andro Felipe, Daniel Soares e Juca Culatra


Nesta edição:
Entrevista: Homero da Cuíca (cineasta e DJ)


(O Programa Megafônico é uma produção do Coletivo Megafônico e Circuito Fora do Eixo, com apoio do Casarão Cultural Floreta Sonora)


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mundo Livre S/A e Nação Zumbi em Belém: O Manguebeat (bit) no Pará





As apresentações das bandas Mundo Livre S/A (no domingo, 24, no Gold Mar Hotel, e ainda contando com os shows das bandas locais Metaleiras da Amazônia e Pio Lobato & O Suposto Projeto); e Nação Zumbi (fechando à noite de sexta-feira, 13, da 4ª edição do Festival Se Rasgum) me faz lembrar de algum lugar do meu passado, no começo da década de 90, quando morei em Hellcife.

No período de 86 a 94, tive a chance de assistir o nascimento de um movimento (e os momentos paralelos), que conseguiu ter projeção internacional. Lembro como se fosse hoje, das primeiras apresentações de Chico Science e Nação Zumbi, ou melhor, de quando pirava curtindo o set do DJ Francisco de Assis França, no Francy’s Drinks.





Ainda está clara na minha mente, a explicação de Fred 04, sobre a Física Quântica e a Teoria do Caos, durante o período da edição pernambucana da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (1993), na Universidade Federal de Pernambuco. No mesmo ano, a emoção do primeiro Abril Pro Rock, no Circo Maluco Beleza.

Também não me escapa da memória, o show do Faith no More (1992) no ginásio Geraldão, com a abertura da ex-banda (Maggie’s Dream) do ex-Menudo (Rob Rosa). Quando o então proprietário da loja Rock Express (Paulo André Pires, idealizador e realizador do Abril Pro Rock) deu o mosh mais sensacional de todos os tempos.

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Da Lama ao Caos

Tudo isso regado ao “camarão pernambucano” e muita Pitú. E agora, estamos comemorando os 15 anos de lançamento do CD “Da Lama ao Caos”. E iremos celebrar com muitas bandas do Brasil, sobretudo, as paraenses.

Os dois shows serão, com certeza, inesquecíveis. Para quem viu tudo isso e para quem ainda verá. Pois, estamos vivendo o grande momento da música independente nacional. E melhor de tudo, numa estrutura de organização de primeira qualidade. Mais informações sobre a 4ª edição do Festival Se Rasgum:
www.serasgum.com.br

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Azia Amazônica

PRÉVIA DO LANÇAMENTO DO CIRCUITO FORA DO EIXO PARÁ




Uma festa para entrar na História da música independente do Pará. Assim vai ser a prévia do lançamento do Circuito Fora do Eixo – PA, no dia 07 de novembro. No Caverna Club (antigo Liverpool), com bandas importantes para música independente do Pará.



Johny Rock Star: ROCKÃO




Falta muito pouco para o Pará entrar definitivamente no Circuito Fora do Eixo. Pois, acontecerá no dia 07 de novembro, no Caverna Club, a partir das 20h, a prévia do lançamento do Circuito Fora do Eixo – PA., com as bandas Johny Rock Star, Jungle Band, Hebe e os Amargos, Ultraleve e Mostarda na Lagarta. O evento conta com os apoios do Casarão Cultural Floresta Sonora e Se Rasgum Produciones, e é uma realização do Coletivo Megafônica e Circuito Fora do Eixo.



Essa grande festa representa muito para a produção independente do Estado, porque abre um espaço definitivo para os produtores, bandas e para quem pretende fazer parte desse capítulo da História importante da cultura nacional, no qual a música independente nunca esteve tão forte.




Hebe e os Amargos: Bubblegum de Primeira e da Pesada



A responsabilidade desse festival ficou ao cargo do Coletivo Megafônica, que também já está marcando território no circuito, contando no catálogo a realização de shows com bandas nacionais, como Jardim das Horas (CE), Los Porongas (AC) e Stereovitrola (AP). E aguardem por mais novidades por aí.


A escolha foi eficaz para essa prévia do lançamento oficial. A Johny Rockstar é a maior colecionadora de hits por metro quadrado, é assistir o show e sair cantando. Formada por Eliézer Wonkas III (guitarra e voz), Nata Ken Master (guitarra e voz), Elder Effe (baixo e vocal), Júnior (bateria) é festa na certa.






Jungle Band: Jazz Urbanóide e Amazônida



A Jungle Band é a música urbana amazônida da melhor qualidade. É impossível definir o som produzido dos riffs de guitarra de Léo Chermont, do baixo pulsante de Márcio Arede, a bateria precisa de Junhão e os teclados cheios de malemolência de Dan Bordallo. A melhor pedida é assistir e se deleitar.


Já a banda Hebe e os Amargos é puro bubblegum; música grudenta e pegajosa, ou seja, Ramones Style. Os “Hebes” são Henrique Amargo (baixo e vocais), Zé Netto (guitarra e vocais) e Mamute na bateria.



Ultraleve: Pop e MPB - mistura na medida certa



A Mostarda na Lagarta e a Ultraleve são as integrantes da nova geração do Rock Pará. Com muito bom humor nas letras e no ritmo (Mostarda na Lagarta); já a Ultraleve tem os acordes da Música Popular Brasileira e o suingue “jorgebeniano” na alma das composições. Tudo isso é apenas um aperitivo do que vai acontecer. Não seja louco de perder.



Mostarda na Lagarta: Diversão Garantida




Serviço:

Prévia do lançamento do Circuito Fora do Eixo – PA. Dia 07 de novembro, às 20h, no Caverna Club (antigo Liverpool), com as bandas Johny Rockstar, Jungle Band, Ultraleve, Hebe e os Amargos e Mostarda na Lagarta. O evento conta com o apoio do Casarão Cultural Floresta Sonora e Se Rasgum Produciones e é uma realização do Coletivo Megafônica e Circuito Fora do Eixo. Ingressos à R$ 10. Mais informações: http://www.megafonica.blogspot.com/.


MYSPACE:

Johny Rock Star: (http://www.myspace.com/johnyrockstar)

Jungle Band: (http://www.myspace.com/amazoniajungleband)

Hebe e os Amargos: (http://www.myspace.com/hebeeosamargos)

Ultraleve: (http://www.myspace.com/ultraleves)

Mostarda na Lagarta: (http://www.myspace.com/mostardanalagarta)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"A NOIVA SEM FACE" - VINIL LARANJA

Clipe gravado no cemitério da Soledade pela equipe da Tv Cultura Belem/PA. Produção: Carol Matos. Direção: Robson Fonseca.
Mais um grande lançamento videoclíptico paraense


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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

HOPE - ESPERANÇA DO ROCK PARAENSE EM SÃO PAULO



A banda paraense Hope, que atualmente, está morando em São Paulo, também está repleta de possibilidades de representar muito bem o Estado, dentro do universo da música independente nacional.
Conheça mais sobre a Hope nessa entrevista com o guitarrista Marcelo Brain. Além dele, a banda é formada por Bruno Corey (voz), Stéfanno Stella (baixo), Luís Sick (guitarra) e Tadeu Zullu (bateria).

Hope na internet:
http://www.myspace.com/hoperock
VOTE NO HOPE PARA ABRIR O SHOW DO MINDFLOW: (/mindflowbrazil @mindflow)http://migre.me/8Etb





Marcelo Brain
Fale um pouco sobre as influências da banda Hope?

Nossa influência principal são bandas gringas, principalmente americanas, mas cada um na banda gosta mais de uma coisa do que de outra, indo do punk rock/alternativo até o metal/hardrock. O que posso dizer que tenham sido grandes influências em comum entre eu, Luis Sick, Bruno Corey e Lucio Del Rey (ex-baixista) durante a gravação do "First Impressions" foram: Black Stone Cherry e Sevendust.

Como está sendo essa experiência em São Paulo ?

Eu já moro em São Paulo desde que passei no vestibular há quatro anos atrás, então já estou meio acostumado com a vida aqui, mas quando os outros integrantes da banda se mudaram pra cá com certeza tenho vivido muito pra banda, na verdade ultimamente a faculdade só ocupa 20% do meu tempo o resto é Hope. O Luis está trabalhando tempo integral com a banda e o Bruno trabalha em um estúdio e trabalha com o Hope nas horas vagas, está sendo uma experiência muito foda, porque estamos conhecendo muita gente no meio da música e vendo que é aqui realmente que as coisas acontecem. Inclusive, trabalhamos na Expomusic acompanhando o Guitarrista Rafael BIttencourt ( Angra) que já se tornou um amigo da banda.




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Hope - "My Hope"

Em relação a shows como tem rolado?

Estamos em uma fase a procura de shows. Nosso CD ficou pronto início do ano, mas nosso Myspace só saiu em julho. E queríamos ter algum material para oferecer antes de fazer shows, ou seja, esse segundo semestre provavelmente deve ser a estreia do Hope em palcos paulistas, pois pouca gente sabe mas os primeiros shows do Hope foram em Belém no teatro Waldemar Henrique e no Clássico Café Com Arte.


Quais são os próximos projetos da banda?



O principal projeto da banda é o Lançamento do CD "First Impressions" on-line pelo nosso myspace ainda esse ano. Estamos concorrendo também parar abrir o show da banda Mindflow. Quem quiser nos ajudar é só votar em http://www.show.letyourmindflow.com/Vote.html.

Começamos a conversar a possibilidade de ir tocar em Belém no início do ano que vem, mas ainda nada confirmado. Fora isso, queremos mesmo é fazer shows e mais show. Fica a dica aí pro organizadores: "Queremos tocar!!"

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

LOGO NOVA

O blog Rock Pará está com uma logo nova e foi feita pela minha LIDONA Dani Carvalho

BEIJOS

TE AMO

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

FERNANDA B. - FOTÓGRAFA COM ATITUDE

Mezzo paulistana, mezzo paraense, a fotógrafa Fernanda B. é um dos grandes talentos da fotografia nacional. Depois de ter mostrado o talento no Pará, durante quatro anos; agora essa paulistana está de volta à terra natal.
Entre os vários longas-metragens que trabalhou, em diversas funções, estão "Histórias de amor duram apenas 90 minutos" – direção de Paulo Halm (2008) RJ; "Última Parada 174" - direção de Bruno Barreto (2008) RJ, Gravação do DVD "Mestre Laurentino" - direção de Renato Chalu (2008); SP "Primo Basílio" - direção de Daniel filho (2007) RJ.
Conheça mais sobre essa fotógrafa com muita atitude, nessa entrevista exclusiva.
Para conhecer o universo do trabalho da Fernanda, entre no blog:
http://fernandabclick.blogspot.com/.


(Submersão)
Quais são os fotógrafos que você admira e que te influenciaram?

Cartier Bresson, Miguel Rio Branco, Afonso Beato, Rosângela Renô, Caroline Valansi, Luiz Braga. Além disso, todos os filmes de Bernardo Bertolucci, todos os filmes de Akira Kurosawa, todos os filmes de David Linch, Felline, o filme "Le fabuleux destin d'Amélie Poulain" Bruno Delbonnel, Toca Seabra, Nonato Estrela, e Lauro Escorel. Zilhões de fotógrafos e artistas plásticos inspiram meu trabalho até mesmo música que consigo visualizá-la e acaba sempre surgindo uma imagem.


(Fernanda B.)

O que te motivou a entrar no universo da fotografia?

Na verdade, é que quando eu era criança tinha dificuldades de me comunicar, de expressar mesmo meus sentimentos e até mesmo o que eu queria no momento. Comecei a me expressar através de desenhos me comunicava assim com minha mae, se eu tava com fome fazia um desenho e ela entendia que era fome, se tava com raiva fazia um desenho de monstrando esse sentimento, ainda me lembro de um desenho que fiz, (estava brava mas não dizia nada fiz uma garra cortando algo). Aí para fotografia foi um passo, minha mãe senpre incentivou a arte dentro de casa, era lei saber boa música, ir em exposições de arte, cinema, e todos os presentes na infância eram relacionados a arte; ganhei minha primeira câmera fotográfica com 12 anos de idade, tenho ela até hoje, uma Olimpicus trip, que duplicava o negativo. Sempre quis ser fotógrafa, é como me comunico, quando me perguntavam o que vocêc vai ser quando crescer respondia fotógrafa. Alí só eu vejo o que está lá, naquele quadro pequeno é meu universo ali vejo o que eu quero ver e passar as pessoas. É muito minha forma de expressão se brigo com alguém não escrevo uma carta, mando uma imagem. Comecei com 15 anos meu curso profissionalizante de fotografia em São Paulo e terminei com 17 anos. Era a única adolescente na turma todo mundo achava incrível, eu lá uma menininha de 15 anos, mas nessa época fotografia não era moda, não era uma profissão tão procurada como hoje, então as pessoas estranhavam mesmo.

Marisa Brito - vocalista da banda A Euterpia, por Fernanda B.)

Quais foram os momentos marcantes na tua carreira, durante os quatro anos que moraste aqui em Belém?

Chegando na cidade fiquei encantada com as cores, a luz, a cultura paraense, e as pessoas da cidade, achei incrível uma cidade longe de São Paulo e Rio de Janeiro, com uma cultura tão forte,(parece ignorância minha, mas na época não tinha essa vusualização da cidade) não digo a cultura regional, mas a cultura dos paraenses, principalmente a musical. Trabalhei quatro anos como fotógrafa no jornal local, conheci muitas pessoas e me destaquei fotografando o cenário musical e artístico daí. Na verdade, minha família sempre foi muito musical, minha irmã é cantora de uma banda paraense de destaque de Belém, A Euterpia, fiz praticamente todas as fotos de divulgaçao da banda e sempre querendo colocar nas minhas imagens a atmosfera da música deles, e fiz isso com todas as bandas que trabalhei em Belém, dando destaque a capa do CD da Euterpia, "Revirando o Sótão", que foi concepção minha, direção, de objetos, direção de fotografia, figurino. Enfim um trabalho de equipe, pois me inspirei neles pra realizar isso, gosto muito da banda Madame Saatan, que é maravilhosa, fiz umas fotos da banda Cravo Carbono, que eram bem no meu estilo de fotografar, digo que meu tabalho é materializar a música!; sair da imaginaçao e ver a música na imagem. O primeiro CD demo da banda Euterpia a capa é uma tela pintada por mim, um desenho abstrato, mas que virou capa de disco. Percebi que a Euterpia sendo música e poesia, além da música refletia muito esse lado visual, aguçava minhas ideias, e sou grata a eles de toparem fazer as fotos comigo, como uma sessão de fotos que fizemos no Palacete Bolonha, eles vestidos de antigamente, como se fosse na Época da Borracha, como sendo fantasmas do Palacete todas as fotos em preto e branco, essas considero especiais.




Sammliz e Ícaro - Madame Saatan - por Fernanda B.)
Como é a tua ligação com a música do Brasil, que pode ser considerada nessa megalópole?


Morando em SP, destaco muitos músicos, gosto muito da banda Vanguart, acho a música primordial, com muita atitude, e plasticamente acho bem difrente, quebrando aquele conceito de músico bagaceiro mal vestido, os meninos são muito originais, adoro a Tiê, acho belíssima suas músicas, música de mulherzinha, eu digo, bem o universo feminino, escuto todos os dias de manhã, antes de sair de casa. Adoro Forgoten Boys, acho demais, sempre gostei dessa banda, rock and roll puro, uma banda que acho divertida tambem é o Sonso, do Ceará, que é boa de dançar. Adoro Lobão, acho foda, enfim aqui o universo é vasto, admiro muito a atitude das pessoas (músicos) não é só cantar, tem todo um universo plástico envolvido no som, que faz você aguçar todos os sentidos.



Elétron


































terça-feira, 13 de outubro de 2009

NORMAN BATES E COMO SE FAZ UM GRANDE SHOW DE ROCK

Foto: Dani Carvalho
No sábado passado, 10, véspera da maior festa católica do País (o Círio de Nossa Senhora de Nazaré), a banda Norman Bates mostrou como se faz um belo show de Rock'n'roll no Café com Arte, na capital paraense.
Com 14 anos de estrada, ficou claro que eles estão prontos para voltar com força total para se apresentar, também, nos principais festivais do Brasil.
Dani Carvalho
O público presente aproveitou para pular e gritar nos refrões de clássicos da banda, como "Uka Uka", "Amor pra Down". Mas também demonstrou estar ansiosa para o lançamento do tão esperado CD "Equatorial Lounge".
Uma das grandes novidades da banda foi a integração com o baterista estreante na banda Vagner Nugoli, que também toca com Tenebrys e Telaviv. Pura cacetada na moleira.

Dani Cavalho

Além da parte musical, a apresentação da Norman Bates contou com as intervenções visuais da equipe Jambú Filmes, que deu um toque especial à apresentação. Outro ponto interessante foi que também o artista plástico Paulo Pontes Souza pôde mostrar todo o talento nas telas, que estavam à disposição do público no porão do Café com Arte.

Mário Guerrero

Depois de tudo isso, todos estavam prontos para a procissão e também para se deleitar com as comidas típicas.








segunda-feira, 12 de outubro de 2009

JOEL MELLO - GUITAR HERO PARAENSE





A banda Suzana Flag é uma das grandes representantes do rock independente do Pará. Uma das essências dos clássicos da Suzana Flag é a sutileza da guitarra de Joel Mello. Esse fato em relação ao quesito qualidade da banda já foi mencionado por grandes nomes do rock nacional, como Fernanda Takai, do Pato Fu, entre outros. Além dele a banda é formada por Sussanne Mello (voz), Ricardo "Ramones" (bateria), Andrey Monteiro (baixo) e Elielton "Nicobates" Amador (guitarra).

Conheça mais sobre Joel, nessa entrevista exclusiva.

Contatos:

www.fotolog.com/suzana_flag

Perfil no Twitter: /bandasuzanaflag

8153-1562(Ramones) baricardo@yahoo.com.br

8120-8910(Joel) joelflag@hotmail.com

961410059(nicolau) nicobates@gmail.com

http://frentepolonorte.com/site/bandas/suzana-flaghttp://www.belrock.com.br/perfil/216/1/

http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=62934http://

www.myspace.com/suzanaf



Suzana Flag

Quando teremos o prazer de ouvir o CD "Souvenir"?

Agora que a secult resouveu pagar o resto do disco ele pode ter uma previsão certa pro inÍcio de 2010.

A banda está fazendo o circuito de bares. Como está sendo a reação do público? E o que vocês têm achado dessa nova fase?

É um barato tocar toda semana deixa a banda bem afinada e tem um monte de gente que acompanha a banda nos bares, gente que não se ver nas festinhas que costumávamos tocar , agora tem sempre a menina que fica puta por quer ouvir todas as musicas do Suzana Flag
eu acho que estamos no caminho, ou voce se agarra de vez no seu negocio ou ele afunda com você.

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Suzana Flag - Terceira edição do festival "Se Rasgum" - 2008 - "Souvenir"

Quais são as expectativas da banda para o futuro?

Voltar a viajar, ficamos muito tempo na garagem e estamos numa sede louca de lugares novos, e isso inclui tambem o nosso Estado, tão pouco explorado, tem pelo menos umas 50 cidades que prentendemos visitar por aqui, além disso fazer o circuito nacional.

Já existe a possibilidade de um terceiro CD da banda Suzana Flag?

O que acontece é que a banda não pode parar, o "Souvenir" veio com pelo menos dois anos de atraso e nesse meio tempo aconteceu muita coisa mais isso vem mais pra frente, agora queremos mesmo é pegar a estrada.

sábado, 10 de outubro de 2009

ROCK PARÁ VOLTA COM NORMAN BATES

Norman Bates ao vivo







A banda Norman Bates, que completa 14 anos de história no rock paraense, comemora neste sábado, véspera do Círio, o seu retorno aos palcos. A banda se apresenta pela primeira vez em dois anos com um novo integrante e apresentando músicas inéditas do seu disco Equatorial Lounge, que a banda promete para o ano que vem.



A festa acontece no Café com Arte a partir das 22 horas, ao final da trasladação, e vai ter ainda exposição de pinturas do artista plástico Paulo Ponte Souza, artista de reconhecido talento e que tem o trabalho identificado com a banda. Além dessas atrações, os DJs Beto Fares (Balanço do Rock), Eddie Perreira e Alex Pinheiro (Afrika Brasil), Sidney Filho (Blogs Ver-O-Pop, Rock Pará e Megafônica), Renato Purkhiser (Radio Trash) e Beto Figueiredo (Café com Arte).



Além do repertório parcialmente inédito a banda vai apresentar músicas do primeiro disco, lançado em 2002 pelo selo Ná Music, como “Nada a Dizer”, “Cheia de Amor Pra Down”, “Noé (Desce da Barca)”, entre outras. O repertório ainda inclui covers de bandas paraenses e clássicos do rock, entres os artistas, The Clash, Sex Pistols, Ultraje a Rigor, Tribo e Mosaico de Ravena.




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A Norman Bates surgiu em 1994 como um projeto paralelo de várias bandas do cenário punk rock de Belém, e tornou-se uma banda efetivamente em 1995. Lançou duas demos e um disco, ganhou reconhecimento nacional e circulou por alguns festivais nacionais, recebendo ótimas críticas de seu disco, sendo a primeira banda paraense a se apresentar ao vivo na MTV. Paulo Ponte Souza é artista plástico nascido em Belém do Pará, em 1972. Entre 1990 e 1996 cursou a Faculdade de Educação Artística na UFPA. Sua primeira exposição individual - “Antes de Mim”-, aconteceu em setembro de 1996 em sua cidade natal. Em Belém, expôs ainda, A Voz e os Ossos, em 2000, Noite – Rito – Travessia, 2002, e Pintura – Cabeças Noturnas – Sonâmbulas sem Nome, 2004. Em 2005, expôs Mercado Livre das Almas em Delírio na Galeria Theodoro Braga e no Bar-Galeria Pimenta Café.Nacionalmente já apresentou seus trabalhos nos estados de Minas Gerais, Pará e São Paulo, com mostras individuais e coletivas.



Depois de mais de um ano parado, Paulo ponte voltou a pintar com apoio da loja de produtos artísticos Aché, e deve mostrar ao menos um quadro novo em sua exposição. Festa tem ainda apoio da MTV Belém, Rádio Unama FM, Na Figueredo, Guaraná Globo e Abelhuda.



Além de projeções e da exposição física do artista Paulo Ponte Souza, a festa vai contar com as participações especiais de Joel Melo (Suzana Flag), Antonio Novaes (A Euterpia), Daniel (Sincera) e Bruno B.O. (Alma Livre).



Nesta formação, Carlos Bremgartner (vocais) Giovani Villacorta (Guitarras e Voz), Nicolau Amador (guitarras) e Manuel Malvar (contrabaixo) contam com a participação especial de Wagner Nugoli (Tennebrys e Telaviv) no lugar do baterista da formação clássica Regi Cavalcante.



Serviço:



Show com a banda Norman BatesSábado, 10 de outubro no Café com Arte
Ingressos na hora: R$ 15. R$ 10, com flyer ou nome enviado para a lista amiga através do email
ukaukaprodutora@yahoo.com.br. Informações: 9614 1005.