sábado, 28 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

ELETROLA: Se Rasgum Clássica (Pós Festival)




Se Rasgum Clássica com Eletrola


Show do Eletrola e DJs Se Rasgum no dia 27 de novembro para mais uma Se Rasgum Clássica, a primeira festa pós-festival Que bonança nenhuma! Depois da tempestade vem mais rock. Dia 27 de novembro, no Café com Arte, a festa Se Rasgum Clássica volta para uma noite de diversão garantida com os DJs Se Rasgum e a leveza nas costas depois da maratona do 4° Festival Se Rasgum. E para coroar a noite com um momento mágico do Festival, a galeria terá o show lendário da banda Eletrola, que há seis anos fez sua primeira apresentação em Belém no mesmo local, O Café com Arte. O Eletrola volta em sua formação original (Elieze, Natanael, Camillo e Andréia) para a galeria do Café com Arte onde, junto a Dançum Se Rasgum Produciones, fez alguns dos shows mais memoráveis de sua meteórica carreira.


Sucessos do underground como "Não pode chover", "Madrugada", "Quem" e "Revel" terão seu momento exclusivo neste que será o único revival da banda após o 4° Festival Se Rasgum. Os DJs da Se Rasgum Salsix, Damasound Sistema, G Bandini e Dudu também voltam ao Café com Arte para uma noite de rock, indie, punk, garage, post-punk e clássicos dos anos 70, 80 e 90. Mais uma festa para rever os amigos, comemorar mais um ano e beber até fazer besteira. E no Porão, Salsix e Bina Jares na rasgação que vai desde o pop picareta ao kuduro constrangedor.


SERVIÇO


Se Rasgum Clássica Pós-Festival Dia 27 de novembro, sexta-feira, a partir das 22h, no Café com Arte. Ingressos a 10 dinheiros – até meia-noite.



Foto por Renato Reis







Não Pode Chover a Noite Toda - vídeo feito por Helaine

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A EUTERPIA: COMUNICADO IMPORTANTE






Gostaria de comunicar a todos, que após 11 anos de trabalho, A Euterpia decidiu, nesse momento, encerrar suas atividades. Foram longas estradas, regadas de muito amor, emoção, carinho e dedicação. Agora precisamos desse momento para dedicar a novos projetos individuais.
A amizade e a família que foi construída nesse longo período continuará sempre existindo, assim como nossa gratidão por todas as pessoas que fizeram parte de nossa história desde o princípio... Não podemos esquecer também de todos que curtem nosso som, aqueles que já cantaram e se divertiram em nossos shows, nos fazendo sentir emoções profundas e inesquecíveis ou aqueles que apenas escutam nossa música em suas casas; aqueles que torceram pelas nossas vitórias sempre! Vocês não sabem o quanto nos fizeram felizes!!!
Nosso amor aos familiares que sempre apoiaram! Nosso amor a Belém, nossa querida cidade, que nos deu todas as sementes para nossa criatividade florescer.
Se é para sempre? Não sei, não há regras para isso.
O importante é que vocês saibam que tudo o que vivemos com vocês, foi inesquecível, e eu só posso encerrar essa carta com um MUITO OBRIGADA, COM TODO AMOR QUE TENHO EM MEU CORAÇÃO!!!



Marisa Brito

sábado, 21 de novembro de 2009

Entrevista Especial: Macaco Bong






A banda cuiabana Macaco Bong é um das mais importantes da música independente nacional. Com o rock instrumental psicodélico, Ney Hugo (baixista), Bruno Kayapy (guitarra) e Ynaiã Benthroldo (bateria) são os protagonistas de uma verdadeira catarse. Conheça mais sobre a banda nessa entrevista exclusiva com o baixista Ney Hygo.




A banda Macaco já teve o prazer de se apresentar em Belém. O que vocês acharam do público paraense?




Achamos ótimo. Nós viemos em 2007 no Festival Se Rasgum. Era a segunda edição e ali mesmo já pudemos perceber como o público paraense é aberto a novas sonoridades e sabe compor o show junto com o artista que está no palco. Voltamos agora, passados esses dois anos, e acompanhamos de longe a repercussão desse público, seja em eventos no Ná, nas festas da Bel Rock, nas ações do Coletivo Megafônica, no próprio Se Rasgum, enfim. Estamos loucos pra encontrar essa galera novamente. Vai ser massa!!





O que vocês poderiam destacar do rock independente aqui no Pará?




Bom, algumas das iniciativas que citamos na resposta anterior como o Festival Se Rasgum, Bel Rock, Casarão, e principalmente, nesse momento, o Coletivo Megafônica, que se constituiu como Ponto Fora do Eixo no Pará. Pela primeira vez o estado conta com um link tão forte com o Circuito Fora do Eixo, uma vez que o Ponto FE é quem tem a responsabilidade de articular a cena local com o Circuito. E nos seus poucos meses de efetivação como Coletivo, o Megafônica tem mostrado um trabalho muito interessante. Não é à toa que estamos aqui pela segunda vez, depois desses dois anos, através de uma ação desse coletivo. Bandas, podemos citar trocentas mil, várias delas inclusive já tocaram em Cuiabá nos festivais Calango ou Grito Rock, ambos organizados pelo Espaço Cubo, o coletivo do qual fazemos parte. Vamo lá.. Madame Saatan, La Pupuña, A Euterpia, Johnny Rockstar, Turbo, o ícone e lenda viva Mestre Laurentino, e bandas que conhecemos recentemente que vem fazendo trampo de qualidade: Sincera, Vinil Laranja, Floresta Sonora, Jungle Band, Juca Culatra, entre outras.



Quais são os próximos projetos da banda Macaco Bong?



Um dos dos nossos próximos projetos está diretamente ligado com Belém. Estamos filmando um clipe com a Priscilla Brasil, que por sinal faz um trabalho de altíssimo nível. Já estamos na cidade, fizemos reuniões de Brain Storm do clipe e começaremos a filmar no domingo. Vai ser uma linguagem diferente do que já fizemos em vídeo. E vamos filmar no Palacete Bolonha. Estamos muito empolgados pra começar a fazer logo, rs. E desde já ansiosos pelo resultado final, pois conhecemos o trabalho da Pris, e sabemos que é foda! Outro projeto é o segundo disco, que ainda não tem data pra ser lançado nem gravado, mas que estamos em pleno processo de composição e pré-produção. Estamos passando menos tempo em Cuiabá, e essas novas composições devem vir com vários climas e diferentes umidades. o Artista Igual Pedreiro é bem quente e seco, a cara de Hell City.




O que vocês poderiam destacar da música independente em Cuiabá?



Devido ao intenso trabalho que o Espaço Cubo desenvolve por lá desde 2001, a cena passou por um processo de desenvolvimento muito interessante. Hoje são várias as bandas cuiabanas que têm conseguido obter destaque e fazer shows em outras localidades do país. O bacana é que essas bandas – e também as bandas novas que surgem – já entendem de cara a necessidade da auto gestão do próprio trabalho. Muito desse aspecto é devido ao Cubo Card, moeda complementar desenvolvida pelo Espaço Cubo e que ajudou a viabilizar o trabalho de várias bandas. A banda que surge hoje em Cuiabá já nasce pensando em como articular os próprios shows, entra em contato com produtores de outros estados, fazem amplo trabalho de divulgação, algumas fazem promoções com seus produtos, etc. Isso sem contar a variedade de estilos. Podemos citar várias: Rhox (Rapcore), Inimitáveis (Jovem Guarda), Snorks (Hardcore), Venial (metal), entre outras. Isso fora as iniciativas em outros nichos musicais, e que estão sendo reconhecidos nacionalmente pela originalidade do trabalho, trazendo renovação à música brasileira. Podemos citar nesse caso os exemplos de Ebinho Cardoso, Linha Dura e Paulo Monarco. Existem iniciativas como a Volume – Voluntários da Música, que há anos realiza a Semus – Semana da Música, em parceria com o Espaço Cubo visando o desenvolvimento técnico e de visão de mercado dos músicos. Há também o Sindicatto Extremo Oeste, que trabalha só com bandas de som pesado.




A banda é conhecida por ser batalhadora, em todas as situações. O que vocês poderiam destacar do que está acontecendo na Cultura Independente no Brasil? E o que está faltando para que as bandas, músicos, produtores, jornalistas envolvidos no movimento independente comecem a ter mais destaques na mídia nacional?




A cultura no Brasil vive um momento ímpar e temos a plena convicção de que estamos fazendo parte de um momento histórico muito siginificativo no país. Nunca o cenário cultural esteve tão organizado e tão autônomo. O trabalho associativo e em rede tem pautado as discussões e avanços por todos os cantos. Podemos destacar aqui os Pontos Fora do Eixo, as redes de música (RECEM, Rede Rio Música, entre várias outras), a relação cada vez mais próxima com o poder público e a iniciativa privada cada vez mais seduzida, bandas excelentes surgindo a todo momento por tudo quanto é lugar do país, festivais com dezenas de milhares de pessoas prestigiando bandas locais e de outros estados, enfim... O que falta pra determinado indivíduo atingir maior destaque na mídia nacional é trabalho. Passados alguns anos já dessa movimentação, hoje não é difícil conseguir cavar pauta em veículos de grande porte. É claro que eles não são nem nunca foram nosso objetivo principal. Temos nossas próprias ferramentas de divulgação e comunicação que independem da mídia de massa. Porém, o espaço conquistado pelo mercado independente (que hoje já é chamado de “mercado da música”, de maneira geral, devido o espaço que ocupou) abriu portas em veículos como Multishow, MTV, Tv Cultura, Rolling Stone. Eles estão abertos e de olho em nós. Quem trabalhar, produzir e apresentar resultados certamente saltará aos olhos da mídia de destaque.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Entrevista Especial: Gastão Moreira





Gastão Moreira foi um dos primeiros VJs da MTV Brasil, apresentou os programas Fúria Metal e Gástotal. Além disso, foi guitarrista da banda Hip Monsters e baixista da Kratera (Florianópolis). Ele também dirigiu o documentário sobre a História do Punk Rock Nacional, "Botinada". Gastão é um dos jornalistas mais importantes do Rock Brasileiro, e concedeu uma entrevista exclusiva para o Rock Pará.







Como você analisa a atual cena da música independente do País? E o que você poderia destacar?



Apesar dos festivais estarem melhores e mais divulgados, passamos por um momento de anemia criativa. A cena está tão desinteressante que o emo veio e dominou o mercado.



Quais são os teus projetos atuais?



Depois de 6 anos em floripa, estou voltando para São Paulo em dezembro e quero fazer rádio ou tv.



O que você poderia destacar em relação ao rock paraense?


Estive em belém em 94 para fazer um programa, e na época o metal estava em evidência. Mas te confesso que não conheço muitas bandas do pará. Se quiser, pode me mandar algumas sugestões.


Quais são os teus próximos projetos em relação à música?



De volta para sp vou me embrenhar nos subterrâneos para ver o que acontece. e vou arriscar algo na rádio ou tv a cabo. Música é minha paixão e quero trabalhar com isso até o fim.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Se Rasgum - Balanço Geral - Atitude Rock'n'Roll

Por Renato Reis - Foto






O que vai realmente marcou a quarta edição do festival Se Rasgum, pode ser resumido em apenas uma palavra....Atitude. Foram vários dias de workshops, palestras e muita música de qualidade, dos mais variados pontos do País e do mundo.


Quem pôde aproveitar e vivenciar todos os dias, está sentindo um preenchimento n'alma, que ficará marcado durante ainda um bom tempo. Muita informação passada, muita troca de experiências, muita consciência ambiental; e sobretudo, muita PAZ. Não houve sequer um registro de alguma confusão.


Algumas imagens ficarão na minha memória, como os workshops de André Abujamra, e do Marcos Franchi. O debate sobre a circulação das bandas pelo Brasil. Mas falando de som, o inesquecível show da Nação Zumbi, o público emocionado com a apresentação de uma das bandas mais importantes do Pará, e porque não da cena independente brasileira, a Eletrola, todo mundo cantando "Coração Metal" com o Stress, o suíngue do grande Marku Ribas, o coro uníssomo de "Alcalina" com o Johny Rock Star (contando com a formação clássica, contando com o talentoso baterista Ivan Vanzar - Madame Saatan) o alucinante show dos Delinquentes, a vibe (essa foi pra você Laís) do Digital Dubs.


Isso tudo o que foi mencionado ainda é muito pouco para descrever o que aconteceu nesses dias. As interações entre os coletivos que fazem parte do Circuito Fora do Eixo.


Essas palavras não representam nada, se fôssemos capazes de descrever com toda a exatidão os nossos sentimentos. Não posso esquecer de citar o meu reencontro com o meu amigo Bernardo (BNegão) e com uma das almas mais lindas do mundo, quando se fala em beleza espiritual (Laís Eiras). Um grande abraço aos amigos de Porto Velho.


Mas fica aqui um efusivo agradecimento a toda produção do Festival. E Vida Longa ao Festival Se Rasgum.

domingo, 15 de novembro de 2009

Domingão de Rock no Se Rasgum






Domingo – 15/Nov
18h30 - Clube de Vanguarda Celestial (PA) - www.myspace.com/clubedevanguardacelestial
19h - Godzilla (AP) - www.myspace.com/bandagodzilla
19h30 - Sincera (PA) - www.myspace.com/sincerarock
20h - Inverso Falante (PA) - www.myspace.com/inversofalante
20h30 - Retrofoguetes (BA) - www.myspace.com/retrofoguetes
21h – AMP (PE) - www.myspace.com/amprockrecife
21h30 - Hablan Por La Espalda (Uruguai) - www.myspace.com/hple
22h - Delinquentes (PA) - www.myspace.com/delinquenteshc
22h30 - Matanza (RJ) - www.myspace.com/matanzacountrycore?
23h15 - Stress (PA) - www.myspace.com/stressbrasil
23h45 - Velhas Virgens (SP) - www.velhasvirgens.com.br